Trompete - Jimy Lage

< Trompetista e pesquisador musical >

Começou seus estudos de forma autônoma, iniciando na música aos 14 anos (2001) com o intrumento de família, passado de sua vó a seu pai e adiantemente a ti. Seu pai foi muito importante em sua tragetória apresentando a Jimy métodos práticos cifrados para violão, seu primeiro e fiel instrumento até os dias de hoje.

Passou a incorporar seus leves dedilhados em grupos de sambas e MPB das redondenzas de seu bairro, tomando gosto pelo trabalho musical em grupo e começando a optar por estílos mais estridentes e guitarrados, como o rock n roll.

Aos 16 anos recebeu o convite de um amigo para iniciar seus estudos na bateria Pearl que ele tinha em sua casa, atiçando sua curiosidade, então aceitou e passou a estudar todos os dias na casa de seu amigo, logo logo já coseguia acompanhar seus amigos que também ensaiavam no mesmo local, seu desenvolvimento na bateria foi bem rápido e então Jimy foi convidado por outros músicos a tocar em festas e bares.

Mais posteriormente (2008) envolveu-se com a área do Cinema e passou a estudar montagem e edição de imagem e som, se encantando pelos estudos e aprimorando-se em tratamento de som, investigando teóricos e estilos que compõem a tarefa de um verdadeiro músico concreto. Através destes conhecimentos passou a levar suas mixagens e rítmos para as pistas de dança, trabalho como Dj em eventos populares onde o rockabilly, jazz, britsh rock, eletro rock e prost rock teriam espaços reservados, além de esporadicamente projetar suas imagens favoritas em telões, misturando Vjing as trilhas executadas.

Após um ostracismo relevante a seus contínuos estudos e pesquisas, no início de 2013 já estudando Belas Artes na UFRRJ, foi presenteado com um Trompete pelo amigo Marcelo Peregrino (instrumentista, compositor e pesquisador musical), insentivando-o a estudar o instrumento.

Logo após a aquisição, Jimy procura métodos práticos e teóricos para o desenvolvimento pessoal, embocadura, dedilhado e etc. O gosto pelo instrumento supera seus afazeres e após estudar cerca de 5 horas por dia, em 8 meses de estudos já consegue alcançar níveis relevantes, então passa a seguirr dicas de amigos trompetistas, além de professores na internet. Em 2014 procura a Escola de Música Villa Lobos e inicia seus estudos no trompete, porém após 1 período de estudos necessita afastar-se por motivos de logísca, já que ocupa-se bastante com a graduação e afazeres extras na universidade. Mesmo com afastamento o músico continua a estudar de forma autodidata e em 2014 junta-se a outros músicos da universidade para ensaiar em sua casa que viraria um estúdio.

O Sexteto conta com mais 2 metais além do trompete, compondo temas de Jazz e executando covers como Herbie Hancock, The Beatles, Led Zeppelin, entre outros. Se apresentam algumas vezes em festas privadas e eventos de jazz, mas por motivos acadêmicos a banda enfraquece e se desfaz. Aproveita as bandas de rua e de fanfarras para conhecer melhor o mundo Gipsy, onde estilos latinos e balcânicos o chamam a atenção pela composição melódica e poética, que o levam a tocar acompanhado de Dj, estilos como Cumbia e BalcanJazz. As apresentações na rua abre as portas para conhecer “Os Camelos”, músicos que desenvolvem estudos de música Indiana, apresentando-se com os músicos na noite Carioca. Co-fundador da banda BUDDHA SOUL, atualmente (2015) toca com músicos eruditos e populares, arrajando temas dentro do Soul Music, Afro Jazz, Nu Jazz, Modern Jazz, Blues, Samba e Louge Jazz.

Suas referências são: Mulatu Astake, Johann Sebastian Bach, Jimmi Rendrix, Art Blakey, James Brown, Fela Kuti, Afika 70, Tony Alen, Bê Negão, Seletores de Frequência, Thiago França, Criolo, Milton Nascimento, Vinícius de Moraes, Hermeto Pascoal, Sivuca, Gilberto Gil, Nina Simone, Abaiomí Afrobeat, Sabotage, Chico Science, Céu, Madalena Salles, Andreia Dias, Iara Renó, Juçara Marçal, Gerson King Combo, Bebeto, Jorge Ben, Dimelo, Dave Brubeck, Charlie Parker, Rodrigo Campos, Miles Davis, Astor Silva, Rogério Duprat, Tom Zé, entre outros.